Quando anunciaram a quarentena na França na metade de março, eu olhava pela janela aqueles dias maravilhosos para a época e me "subia" um sentimento de revolta! Como podiam roubar a minha primavera? Andou circulando um texto (muito bonito, por sinal) sobre isso e eu ficava ainda mais indignada ao ler.
domingo, 31 de maio de 2020
Primavera em Paris após quarentena
segunda-feira, 18 de maio de 2020
Thierry Marx Bakery, en Paris
Em 2 meses em casa até consegui não engordar, longe de tantas tentações que por aqui vemos à cada esquina.
Mas com a reabertura de muitos lugares, veio hora de prestigiar esses artesões que trabalham com os sabores e texturas. Hoje foi a vez de visitar a "Padaria" do Thierry Marx, um Chef 3 Estrelas conhecido pelo seu trabalho no Restaurante Mandarin Oriental de Paris mas que além de uma cozinha de luxo, também é apaixonado pela cozinha de rua (ele veio de ummeio modesto). Na sua padaria, além de pés deliciosos com ingredientes de ótima qualidade, também encontramos sanduiches, seus "beadmakis" (assinatura do local), e suas sobremesas (pâtisseries).
Se n#ao faz bem para a linha, faz bem para o moral!
Thierry Marx Bakery
Endereço: 17 boulevard Haussmann 75009 Paris
(2 outros endereços estão disponíveis em Paris)
sábado, 18 de abril de 2020
Quarentena na França
terça-feira, 17 de março de 2020
Restrições na França (COVID-19 ou Coronavírus)
domingo, 11 de agosto de 2019
Yogyakarta, a alma de Java
Fora isso andar pela rua Malioboro e fazer compras. O melhor lugar para comprar tecidos e lembrançase preço imbatível. Não encontramos a mesma diversidade em nenhum lugar de Bali.
A visita do palácio (Kraton) onde ainda mora o sultão e sua família achamos sem interesse. Um guia simpático que contratamos na entrada fez a visita ser mais interessante mas nada que nos encantasse.
Interessante foi o espetáculo que marionetes com instrumentos de de música, esse sim valeu a pena e Valentine adorou!
As ruas ao redor são bem agradáveis com seus comércios e artesanado, e são muitas ruelas com algumas coisas para visitar como o Water Castle (uns guias indicam o caminho, é um pouco difícil de encontrar). Mas já era passado do meio dia, um sol escaldante e não encontramos lugar para comer então resolvemos voltar para a rua Malioboro.
Ficamos em uma agradável guesthouse um pouco afastada, em um bairro mais calmo (mas para atravessar as ruas maiores era um caos, a circulação da cidade é um verdadeiro horror).
No primeiro dia nos indicaram um restaurante próximo com comida da Sumatra e era um local bem simples, somente com locais, nada em inglês. Com o celular o atendente tentou nos traduzir mas ainda assim a gente não entendia nada e fomos olhar a comida e escolhemos algumas coisas simples que era mais próximas da comida ocidental. Pagamos muito barato e foi o suficiente.
Nas outras 3 noites fomos testar um outro restaurante mais longe e adoramos a comida (indonesiana) e o ambiente. Eram poucos turistas (a maioria prefere comer pizza ou hamburguer)
Transportes
A idade chegando e o fato de viajar com nossa filha pequena (quase 3 anos) nos fez optar pela praticidade, nada de perrengue. Já no primeiro dia perguntamos na guesthouse o que eles propunham para visitar os templos da região e eles tinham contatos com motoristas para o dia. O preço estava no nosso orçamento e aceitamos sem pestanejar. Em dois dias foram 2 motoristas diferentes, ambos muito simpáticos, conduta segura, carro espaçoso. Falavam pouco inglês, explicando o básico.
Para os deslocamentos dentro de Yogya mesmo, optamos pelo Becak, um estilo de bicicleta (elétrica ou não) que transporta os passageiros em um compartimento adaptado na frente. Adrenalina garantida, folclórico e usamos pois eles são muito simpáticos (e honestos, ao contrário dos tuc tucs de Bangkok que podem causar muita dor de cabeça), mas cofesso que talvez tenha sido um tanto inconsequente com uma criança. Naquele transito todo ficamos completamente desprotegidos sem cinto de segurança nem capacete.
No último dia, para ir ao aeroporto, nossa guesthouse nos chamou um veículo de aplicativo (um concorrente do que todos conhecem) e ficamos chocados com o preço tão barato para um carro novo, confortável e com ar condicionado!
quarta-feira, 7 de agosto de 2019
Jacarta, porta de entrada da Indonésia
sexta-feira, 19 de julho de 2019
Viajar com crianças, maravilhoso ou perrengue?
Vamos falar de alguns mitos e verdades?
1. "Eles não vão lembrar de nada": provavelmente não, ao menos não da forma como concebemos a memória, mas tenho a conviccão que muitas coisas ficarão impregnadas em seu espírito.
Ela volta e meia nos fala de alguma coisa que aconteceu há bastante tempo e que tínhamos esquecido.
2. "Eles não vão gostar, vão se entediar". Ainda não aconteceu. Acredito muito em preparar a viagem, mostrar livros, imagens, contar histórias, dar vontade. A Valentine gosta de "arrumar" a mala e escolher seus brinquedos e livros. Se diverte durante todo o vôo, gosta menos do trem mas ainda assim se diverte. Adora hotéis e o café da manhã, restaurantes. Nos acompanha em museus e se intetessa e curte muita coisa neles, acha tudo lindo. Nesta idade é fácil pois tudo interessa e vira brincadeira.
3. "Vai ser muito cansativo". Provavelmente vai, pois temos que cuidar de uma pessoinha e chegando exaustos no hotel dar ou supervisionar o banho, ler uma história, brincar um pouco, preparar as coisas para o dia seguinte, imagina esquecer de algo importante... ou seja, a rotina de ser mãe e pai continua. E esses momentos de cumplicidade são inesquecíveis.
4. "Os pais não vão aproveitar". Depende do que é aproveitar para cada um. Com ela visitamos todos os lugares que desejamos, só tentamos adaptar escolhendo restaurantes e comidas que ela vai gostar, evitamos lugares muito barulhentos como shows, programas muito tarde (já estamos velhos, só de vez em quando), seguimos um ritmo mais lento e não subiríamos com ela o Monte Fuji e seus 3.700 metros de altitude como fizemos em 2015 antes dela nascer! Mas sobra muita coisa para fazer com as crianças e os japoneses até sobem quando elas são maiorzinhas!
sábado, 10 de novembro de 2018
Muro dos "Je t'aime"
Aberto aos apaixonados do mundo inteiro que lugar melhor do que esse para celebrar o amor?
Em um mundo dominado pelo individualismo e marcado pela violência, os muros sempre serviam para separar os povos e se proteger do outro, esse muro teria uma função de união, de reconcialição e de paz, o que todos precisamos.
* O muro é uma idealização de Frédéric Baron com a ajuda da artista Claire Kitoe Daniel Boulogne.
segunda-feira, 8 de janeiro de 2018
Museu Bourdelle, um pedaço do paraíso
Uma visita fantástica que hoje me arrependo de não ter indicado mais cedo! Porém, sem dúvida, muito mais agradável nos bons dias.
Outra vantagem? A entrada aos jardins e o acesso à coleção permanente é gratuito o ano inteiro!
O que esta esperando?
Aberto de terças à domingos, de 10h à 18h (fechado segundas e certos feriados)
18, rue Antoine Bourdelle
75015 Paris
Metrôs : Montparnasse - Bienvenüe // Falguière
Ônibus : n°s28, 48, 58, 88, 89, 91, 92, 94, 95, 96
Angelina e suas delicias
segunda-feira, 2 de outubro de 2017
Por que a Bulgária?
Mas quem diz que o meu marido queria? Ele não queria de jeito nenhum uma longa viagem de avião nem muita diferença de fuso horário. Foram muitas discussões, pesquisas, até que um dia ele chegou com a idéia da Bulgária.
Na hora não me atraiu de jeito nenhum. Mesmo se sou bem aberta, não queria "desperdiçar" as férias anuais em uma viagem que não era a viagem "dos meus sonhos". Por uma semana ou alguns dias eu néao via nenhum inconveniente, mas por 3 semanas me parecia bastante. Pesquisamos outros destinos, preços, etc, até que de mau humor aceitei a Bulgária e comprei as passagens de ida e volta para Sofia (capital do país) antes que subissem muito. E disse ao meu marido que agora era com ele de preparar o noss "circuito"!!!
Mas descobrimos um lindo país com pessoas adováveis e muita diversidade: uma cidade animada e agradável como Sofia com museus de qualidade e lindas igrejas, cidades antigas e cheias de charme como Plovdiv et Veliko Tarnovo, e do outro lado, as cidades balneáreas do Mar Negro, como a dinâmica e alegre Varna, a turística e imperdível Nessebar e Sozopol de ar bem mais calmo e ainda preservada e cantos selvagens.
Veliko Tarnovo:
Varna:
Nessebar:
Sozopol:
Dificuldades?
A principal é a barreira da língua. Em muitos lugares as pessoas não falam nem entendem nenhuma palavra em inglês. A gente pergunta onde fica a "bus station" e nos olham apavorados como se fossemos um ET! Ou então eles nos explicam (aparentemente) direitinho mas na língua deles, só que a gente não entende nada... As pessoas mais antigas, como segunda língua falam e entendem o russo (utilizam o alfabeto cirílico), somente os mais jovens estão se abrindo atualmente ao inglês. Por isso para nós foi importante nos munir de um bom livro de turismo com o máximo de informações possíveis e localizar as hospedagens com antecedência.
Facilidades:
Os preços dos transportes (locais e longos deslocamentos) são bem em conta. Para hospedagens e refeições é bem mais barato que a Franca, mas 3 semanas pode pesar no orçamento.
Existe tudo o que precisamos para o bebê! Potes de qualidade de comida pronta, com marcas orgânicas e reconhecidas como HIPP e a marca Babylove das lojas DM que encontramos na Alemanha.
Fmos aceitos em todos os lugares com bebê, museus (sempre nos deixaram entrar com o carrinho) e restaurantes (geralmente tinham cadeirinha disponível). para os hotéis agora sou bem mais atenta, antes de reservar leio bem se crianças são bem-vindas (e não simplesmete toleradas) e dou preferência para quartos mais espaçosos e que possam emprestar um berço para o bebê. Quando pesquisei notei que alguns quartos são pequenos e não acolhem cama extra (nem de bebê) e outros não possuem para emprestar.






















































