mardi 14 mai 2013

O que é bom saber antes de casar com um estrangeiro

Sei bem que ninguém gosta de conselho, mas cada vez tenho visto mais casos de casais de nacionalidades diferentes que terminam de forma bem traumática, então acredito que seja ainda mais importante considerar alguns pontos antes de tomar a decisão de deixar tudo para trás para viver uma história de amor (ou de conveniência).

- Sim, tem muita história de amor que começa e termina todos os dias, algumas mais ou menos traumáticas do que as outras, mas morando longe da família e amigos complica. Não dá para correr para o colo da mãe ou ir dormir na casa da melhor amiga em caso de problemas.

- O amor pode ser o mais importante em uma relação, mas eu sempre digo que só ele não é o suficiente
E a gente ama o outro pelo que ele realmente é, pelo que ele nos mostrou, ou ainda pelo que gostaríamos que ele fosse? Na verdade, um pouco de tudo, mas não raras vezes esse amor é baseado no "engano". A pessoa vem com um discurso com o qual a gente se identifica, mas com o tempo a gente descobre que era tudo da boca para fora, ou nem era verdade, ou vai ver que ele muda com o tempo.
Como se proteger? Conversar, conversar e conversar sobre vários assuntos. E querem saber? Quando existe um limite muito grande na comunicação (pessoas que não falam a mesma língua), é bem mais difícil fazer as boas perguntas e bem fácil de se enganar.
Pode parecer bobagem?  Quando você "ama" e para você fidelidade é fundamental, a vida será muito difícil se o outro acha que fidelidade (a dele) não existe em um relacionamento...
Ou você conheceu o seu companheiro em uma situação de infidelidade? Ele ficou com você quando ainda estava comprometido? As chances são de que ele repita esse comportamento no futuro...
Ele tem 45 anos, nunca foi casado nem morou com ninguém... será que ele pode se adaptar a uma vida à dois? Desde coisas simples como dar satisfação quando vai chegar mais tarde (até por medida de segurança).

- Você conhece realmente o outro?
Questão complexa, pois dizem que a gente nunca pode conhecer completamente o outro. Mas podemos ter indícios.
Hoje em dia com a internet fica fácil colocar um nome do google e descobrir algumas coisas.  Uma vez descobri que o homem com quem eu estata saindo era na verdade bem mais velho do que ele dizia... Ou então ele tinha se formado em medicina com 15 anos!!! Facebook também pode ser útil. Ele diz que vocês estéao juntos e vão se casar, mas não coloca nenhuma foto de vocês juntos? Não mudou de status? O marido mulherengo de uma conhecida tem várias "amigas" facebook em fotos semi-nuas... Um tanto estranho...
Olha que já conheci tanta gente por aqui! Uma menina começou a apanhar do noivo e não podia sair de casa, até que um dia o convenceu que precisava visitar a familia no Brasil e nunca mais voltou, mas não são todas as mulheres que conseguem sair de uma relação patológica assim.

- Situação financeira:
No Brasil é considerado "chique" casar com um gringo. Dá status. Muita gente fica impressionada com o namorado que ganha 2500 euros por mês, já que convertendo dá quase 7500 reais. Por mais que seja um salário correto aqui na Europa, uma renda familiar desse valor aqui na França não permite pagar faxineira, manicure e cabelereiro toda semana... também não permite viajar para o Brasil todo ano... Se for o seu desejo de se tornar dona-de-casa, o salário do marido permite a vida que vocês dois gostariam de ter? Ele não se importa de ter uma mulher que não trabalha fora? Na França principalmente, o cidadão "médio" espera que a companheira trabalhe para ajudar nas despesas da casa e no alcance dos sonhos.
Ou você não tem nenhuma idéia do que ele ganha e como ele ganha a vida, se ele tem economias guardadas ou dívidas? Cuidado!

- Adaptação:
Muita gente acha lindo e romântico viver "no estrangeiro", mas nem tudo são rosas. Vai ser necessário se adaptar a tudo. Ao clima, ao mode devida ,à comida, às pessoas... O quanto você é capaz de se adaptar?
Algumas amigas nunca se adaptaram ao frio, ou a comiga, ou ao povo a ponto de todos os dias ser um sofrimento.

- Domínio do idioma:
Fala-se que em 6 meses no novo país estará falando fluentemente o idioma. Quem dera fosse assim para todo mundo!!! Mas tudo depende do idioma, da facilidade (ou não) em aprendê-lo, do esforço dispensado... são tantos fatores! E já encontrei muita brasileira que mora aqui na França há quase 10 anos e que fala muito mal, sem contar que praticamente não escreve.
Além disso, quem já não gostava de estudar, de ler e tinha dificuldades na escola no Brasil, provavelmente terá ainda mais dificuldades nos seus estudos no exterior (em outra língua e com outras regras).

- Situação profissional:
Essa é uma das principais frustrações que tenho visto nas brasileiras casadas com estrangeiros. A dificuldade de adaptação (falta de confiança em si mesma), dificuldades com o idioma, experiência inadaptada à realidade do mercado de trabalho local e a crise econômica dificultam essa etapa. O quanto você é capaz de recomeçar de mais baixo, ou mesmo do zero? 
Eu tive a sorte de sempre gostar de muitas coisas e poderia ser feliz em muitas profissões. Já quis ser arqueóloga, professora de história, geografia, matemática, psicóloga, farmacêutica, engenheira, arquiteta, jornalista, geóloga, bibliotecária, etc. Mas conheço pessoas que só se imaginam felizes em uma determinada profissão e pronto (como um amigo que tentou 10 vezes vestibular para medicina). Uma menina, morando há alguns anos na França e nunca tendo conseguido emprego na sua área acabou largando o marido e voltando ao Brasil quando obteve uma proposta na sua área. No caso dela, a vontade de ser uma "profissional" e desenvolver a sua carreira foi mais forte do que o amor pelo marido e a vontade de fundar uma família.
Outras foram ficando em casa, no início "se adaptando", aprendendo a língua... e continuaram, ficam vendo a vida passar pela janela e o tempo passar. A gente se acostuma a não fazer nada e depois é ainda mais trabalhoso recomeçar.

- Família:
São poucos os maridos europeus que decidem viver com a esposa no Brasil, geralmente é a mulher que vem morar com ele na Europa. Nesse caso, é necessário ter em mente que você verá muito pouco a sua família, a não ser que tenham uma situação financeira muito privilegiada e que  não trabalhe para viajar diversas vezes por ano no Brasil. Então provavelmente você não conseguirá estar presente em todas as situações de família como Natal, casamentos, aniversários, nascimentos, falecimentos, doenças...

- Filhos:
Eu tenho lá a minhas opiniões quanto a colocar filho no mundo sem pensar muito e para passar dificuldades. Porém isso acontece e nem sempre a gente pode prever e muitos casais se separam com filhos pequenos. Notmal, quando é para o bem dosadultos e das crianças. Mas nesse tipo de casamento, na maioria das vezes, quando a mulher não está adaptada, acaba voltando ao Brasil. E como fica a criança nessa história? As brasileiras nesses casos têm mania de pensar que o filho pertence à mãe e que o pai é uma mera fonte de ajuda financeira, e quanto mais distante melhor. Eu já acredito que uma criança precisa dos dois para se desenvolver, e os franceses principalmente estão cada vez mais participativos em todas as atividades do dia a dia da criança.
No início eu achava estranho que muitas francesas não amamentavam seus bebês, até que comecei a prestar mais atenção e ouvia sempre a mesma resposta: durante 9 meses elas estabeleceram uma relação única com o bebê da qual o pai estava excluído. Com a amamentação esse fenômeno persistiria, deixando muito pouco espaço ao pai. Então, no caso da mamadeira (não digo que eu concorde), o pai pode prepará-la e estabelecer uma ligação com a criança através da alimentação, o que de outra forma seria impossível ao pai. além disso, o casal pode se revezar durante a noite.
Inclusive um colega de trabalho resolveu utilizar seu direito de uma licença paternidade de longa duração,mesmo perdendo quase metade do rendimento, para acompanhar o desenvolvimento do filho!
Temos também muitos amigos divorciados e na maioria dos casos a guarda é compartilhada, tendência atualmente.
Vale lembrar que em alguns países, inclusive, como alguns países árabes, em caso de separação os filhos ficam com o pai e a mãe não tem praticamente nenhum direito... Incidente diplomático na certa e muito difícil de resolver.
Ou seja, criança é assunto muito sério e na minha opinião, melhor pensar muito. Bom seria que a relação entre o casal seja sólida, baseada no respeito e em objetivos comuns.

vendredi 10 mai 2013

O templo de Karnak

A poucos quilômetros de Luxor (ou da antiga cidade de Tebas, construída às margens leste do Rio Nilo), encontra-se o fabuloso Templo de Karnak. Foi nossa primeira visita no Egito! E o primeiro contato com esse sítio arqueológico provocou uma das emoções mais poderosas que já vivi até então.

Não era para menos: quando criança,eu queria ser arqueológa, e só deixei de lado mesmo quando descobri que "não tinha esse curso na UFRGS".




Ocupando 100 hectares, Karnak é um conjunto de templos e a construção mais grandiosa de todo o Egito, semcontar que é a maior estrutura religiosa do mundo inteiro. Vale lembrar que ele está de pé há 4700 anos!!!! 

Diante de Karnak, somos confrontados com a nossa insignificância e impotência. Esquecemos do tempo em que vivemos, do local de onde viemos e da vida que levávamos até então.

Consagrado ao Deus Amon, durante 20 séculos ele não parou de crescer: cada novo faraó quis deixar a sua marca. Impossível para os não especialistas de entrar em detalhes como qual parte pertence a qual época, até porque muitos faraós foram aproveitando o que já tinha sido feito e inserindo a sua "assinatura" ("cartucho") por cima. prefiro não entrar nesses detalhes.
Como não se perder no meio dos textos hieróglifos, das formas geométricas e das cenas que evocam a comunhão com o sagrado, as oferendas e o encontro do Faraó com as divindades? As pedras continuam a falar e as cenas rituais continuam a passar a sua mensagem.


Hoje podemos visitar esse local de culto que antes era reservado somente à elite dos pensadores e teologistas egípcios. Um privilégio e tanto. Quem não é sensível ao mistério do Egito Faraônico, melhor se abstenir da visita!

lundi 6 mai 2013

Impressões sobre o Egito

Sempre quis conhecer o Egito e dessa vez consegui, em parte. Não cheguei perto do Cairo ou das Pirâmides, devido aos problemas políticos que tem ocorrido desde a Revolução no Mundo Arabe, que no Egito começou em 2011. Desde então, o país que não era lá um dos mais seguros é considerado inseguro para os viajantes europeus.

Confesso que não sabia que era a esse ponto, mas chegando lá nos explicaram que o turismo (terceira pricipal fonte de renda do Egito) perdeu 90% de seus clientes!!! Dos 350 navios de turismo que circulavam pelo Nilo, menos de 30 estão atualmente em atividade. Muitas companhias aéreas suspenderam seus vôos indeterminadamente e as agências européias evitam de fazer negócios e enviar clientes devido aos riscos e ameaças terroristas. 



Parece que o povo não soube (e não sabe) o que fazer com a dita liberdade que a revolução proporcionou e o atual governo está sendo uma catástrofe para o país, mas permanece apoiado diretamente pelo Qatar (que tem interesses no Egito) e indiretamente pelos EUA. Obras estão paradas e dizem que nada funciona, até mesmo a policia não faz nada e fica bebendo cha o dia inteiro. O desemprego atingiu indices enormes e sem turistas o comércio não funciona. Os egípcios mais esclarecidos acreditam que esse governo atual não vai durar mais muito tempo e esperam que o país vai entrar em ordem em pouco tempo. Eu sou menos otimista e acredito que uma revolução leva anos e anos para trazer resultados postivos.


Não tivemos nenhum problema, mas vimos que o país está em ebulição (mesmo fora dos eixos onde a revolução é mais presente) e pode explodir a qualquer momento. 


O nível de pobreza também impressiona, ainda mais eu que sou muito sensível a esse ponto (meu marido, assim como muitos europeus, tem uma idéia romântica da pobreza e ignorância e desconhece o conceito de miséria). O ensino não é obrigatório e a maioria das famílias prefere ter o máximo de filhos possível para ajudarem desde cedo no trabalho. Assim, o indíce de analfabetismo é imenso. A maioria da população, mesmo trabalhando direta ou indiretamente com o turismo, não têm a menor idéia do que representou ou representa o Egito Antigo. O mundo inteiro é fascinado pela história do país, mas eles ainda recuperam pedras dos templos para construirem casas, morrem de medo das divindades e rabiscam as paredes. O cuidado com o patrimônio ainda é insuficiente e não fosse a ajuda da Unesco e da comunidade internacional (que ainda trabalha lá) muita coisa teria sido destruída (sem contar as dezenas de templos que seriam destruídos com a construção da barragem não fosse a ajuda internacional).

As técnicas agrícolas e no setor de construção também são ainda muito ultrapassadas.

Mas foi uma viagem onde aprendemos muito, vimos de perto muitas maravilhas e fizemos muitos amigos. Só espero que o Egito reencontre a sua glória um dia, e que esse dia não esteja muito longe!

Informações práticas:
- O visto pode ser obtido diretamente no aeroporto de chegada no Egito, mediante o pagamento de 15$. Para quem vem do Brasil, aparentemente seria necessário comprovação de vacina de febre amarela, mas o mesmo não é solicitado de quem vem da Europa (meu caso). Vale lembrar que o Egito (assim como a China) não é um país de risco de febre amarela, mas para a OMS o Brasil é. Ou seja, essa vacina não é para proteger o turista, mas para proteger a população local de turistas transportando a doença.
- Quem pretende visitar Israel, melhor pedir o visto fora do passaporte, em um papel (mas nesse caso levar foto), pois aparentemente Israel não concede visto a quem passou por um país "árabe). Da mesma forma, quem tem um visto israelita, melhor fazer um passaporte novo para evitar problemas.

lundi 29 avril 2013

Pequena pausa



O blog sai alguns dias de férias e não tive tempo de preparar nenhum post para ser publicado durante a minha ausência.

Quem ainda não leu pode aproveitar para ler alguns textos mais antigos. Algumas sugestões:

Pessoal:
- Nosso casamento
- Meu chéri.

Viagens:
- Bruges
- Copenhague
- Praga
- Veneza
- Deauville
- Montanhas Huangshan
- Istambul

Comportamento:

- Os franceses tomam banho?
- Mulher de 30 na França

Até a volta, pretendo não virar nenhum personagem de Agatha Christie!!!

vendredi 26 avril 2013

Basilica Cistern e Igreja São Salvador em Chora

Dentre os diversos locais a descobrir em Istanbul gostaria de falar de dois que me deixaram muito impressionada:


Com 336 pilares oriundos de diversos templos ainda mais antigos, a Cisterna da Basílica (seria esse mesmo nome em português?) é uma construção impressionante, a dois passos da Mesquiza Azul, bem no centro histórico de Istanbul.
Construída em 542, necessitou do trabalho de 7 mil escravos. A água era ali estocada e ia para o Grande Palácio, mais tarde abasteceu o Palácio de Topkapi e mais recentemente era até possível visitá-la de barquinho (o que não é mais possível), como fez James Bond em 1963.
 A iluminação realmente valoriza o local e nos transporta para um mundo completamente diferente de tudo o que já vimos.
O ambiente é bem úmido e as passarelas por onde passam os visitantes são bem escorregadias.


Duas medusas completam a visita, descobertas somente em 1984! Uma de cabeça para baixo e aoutra de lado. Provavelmente foram colocadas lá para afastar as influências malígnas.



O segundo se trata da Antiga Igreja de São Salvador em Chora (Kariye Camii) que é tão antiga que ninguém sabe precisar com exatidão quando ela foi construída:

 Ligeirament perdidos, um rapaz nos acompanhou até o local.

Mas se por fora ela não impressiona, no seu interior ela guarda uns dos tesouros mais preciosos do mundo Bizantino: os seus afrescos e mosaicos (do século XIII, quando ela foi restaurada). 

Quando a Igreja foi transformada em mesquita, ela ganhou o seu minarete e as imagens cristãs foram cobertas de cal, o que permitiu protegê-las.
 Atualmente o local foi transformado em museu, ou seja, mais nenhum culto (seja de que religião for) é celebrado ali.
O Cristo aparece nessas imagens como o salvador do mundo e mestre o universo, com uma delicadeza incrível.


Então, qual dos dois lugares você preferiu?

lundi 22 avril 2013

Síndrome da Mulher Maravilha

Parece que ela está de volta, com mais força do que nunca, encarnando o ideal de toda uma geração feminina de ter tudo: carreira, família, supervida social, corpo escultural e rainha do sexo. Essa é a mulher moderna. 

Eu me pergunto: porque as mulheres se auto-pressionam tanto? Para mim, à força de querer se igualar aos homens, mas acumulando tarefas e querendo fazer mais do que eles. Esse tipo de Mulher Maravilha ou Super-Poderosa dorme cada vez menos e nunca pode se mostrar cansada. E nessa guerra, todas as mulheres se tornam rivais. Cada uma precisa mostrar que cozinha melhor, ou que tem mais criatividade da decoração da casa, que acumula mais diplomas e é completamente quadrilangue. Ou que tem o filho maior, mais inteligente ou mais bonito do que a média, tudo isso devido à genética e educação passada pela mãe, que tem o cargo mais importante e a vida mais ocupada.

Olha, eu já fui um pouco assim: eu achava que se eu trabalhasse mais eu existiria mais. Hoje eu já sei que o trabalho não é tudo na vida e não tenho mais a ambição de me tornar PDG de uma grande empresa ou presidente da República. 

Ainda esses dias vi uns comentários no facebook de mulheres dizendo que trabalham muito, fazem pós-graduação e milhões de cursos pois não podem se desatualizar, cuidam sozinhas dos filhos (levando e buscando na escola, atividades, médico), do marido (em 2013 ainda tem marido que não sabe se "cuidar" sozinho? Na minha casa, o meu marido "cuida" de mim e eu "cuido" dele, mas muito mais no sentido de carinho e atenções, pois cada um sabe se virar sozinho!), das tarefas domésticas (as ditas "femininas" e outras como reparos, decoração), jardinagem, etc... E que ainda tem que estar linda e disponível quando o marido chega.

Sinceramente, por que as mulheres se sobrecarregam com tudo isso?

Posso estar fora de moda, mas eu preciso dormir 8 horas por dia para estar em forma, sou muito feliz de ter alguém com quem dividir bons momentos mas também as tarefas mais chatas como passar o aspirador e passar roupa, e o marido sabe que só vai rolar um bebê se ele participar no dia a dia, como trocar fraldas, levar ao médico, dar banho. E nesse momento não sinto vontade nenhuma de voltar aos bancos escolares de forma regular. Posso muito bem me atualizar por conta própria e com leituras apropriadas e discussões com pessoas do ramo. Respeito muito quem é doutor, mas não é um doutorado que vai fazer de mim uma profissional melhor nem muito menos uma pessoa melhor...

Não tenho uma capa vermelha, não sei voar, não tenho superpoderes. e estou muito bem assim.