quarta-feira, 28 de maio de 2014

Istanbul: perto do Mar Negro e longe do centro histórico

Istanbul tem um pé na Europa e um pé na Asia. Se seu centro histórico fica nas margens européias, o canal do Bosfóro divide (e liga) esses 2 continentes.

Eh possível pegar um ferry (transporte público marítimo) e atravessar para Uskudar (ou Kadikoy), um bairro importante, na parte Asiática, bem mais calmo, modesto e verdejante que a parte ocidental. Do ferry a Torre de Gálata e outros monumentos famosos de Istanbul vão se distanciando, até desaparecerem...

E temos um primeiro contato com a Turquia oriental.





A maioria dos turistas fazem um curto cruzeiro pelos Bosfóro, mas além de Uskudar eu queria ir um pouco mais longe, até o Mar Negro, que tanto me fascinava nas aulas de geografia.

Fomos de ônibus (nº40 ou 25E partindo da praça Taksim) até Saryer , um vilarejo de pescadores mas que conta com algumas casas antigas (konaks) em madeira no estilo de Istanbul do séxulo XIX (e início do século XX).

De lá pegamos um barco para atravessar até Anadolu Kavagi, na Asia e às portas do Mar Negro. 
 O Mar Negro começa logo após aquele estreito.

Anadolu Kavagi é bem pequena e seu porto é cheio de lojinhas e restaurantes que acolhem os turistas que chegam aos finais de semana e verão. Quando ali estivemos não tinha ninguém.
Uma pequena caminhada (20 minutos de subida!) nos proporciona uma vista magnífica e podemos observar de perto a imposante fortaleza bizantina de Murat IV.


Nesse dia o céu mudou tantas vezes de aparência que tivemos todos os reflexos possíveis.






Foi um passeio muito agradável que nos fez penetrar um pouco mais na alma turca, já que tivemos que nos virar do início ao fim tentando nos comunicar da melhor forma possível apesar da barreira da língua.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Quelques informations sur le Brésil

Un voyage au Brésil est un rêve pour beaucoup de monde, mais je remarque qu e le pays reste assez méconnu pour la plupart des français.

Vous souhaitez partir en vacances ou y vivre ? Voici quelques informations basiques avant le départ:

Au Brésil on parle le portugais !

Ancienne colonie du Portugal (pays très riche et puissant dans le XIV-XV ème siècles, à l'époque des grands navigateurs), le Brésil est le seul pays d'Amérique à parler cette langue. Certes, elle est un peu différente du portugais parlé au Portugal, mais reste le même idiome. Cela dit, ne vous étonnez pas si un brésilien se sent offensé quand vous dites que la langue officielle est le "brésilien". Et si vous pensez qu'il s'agit de l'espagnol, on va vous prendre pour un nul de chez les nuls !!!

Au Brésil, on trouve toutes les origines !

Une partie de la population est d'origine africaine dû à l'esclavage qui a eu lieu jusqu'à la fin du XIX siècle. par contre toutes les origines sont présentes ! Au départ, quand les portugais sont arrivés en 1500, le Brésil était habité par des indigènes de différents groupes. Ensuite sont arrivés les européens (surtout espagnols, français, hollandais, en plus des portugais, bien entendu) et les esclaves venus d'Afrique qui, eux, ont perdu leurs liens avec leurs origines et leurs langues. Tous se sont mélangés, ce qui fait la diversité du pays.

Plus tard, au XIX siècle, avec le déclin de l'esclavage, on a fait appel à des immigrés pour travailler la terre. les premiers arrivés ont été les allemands (dès 1824), suivi par les italiens. Nous trouvons au Brésil des villes entières construites par des allemands ou italiens, où chacun parle encore sa langue d'origine. 

Il y a énormément de personnes d'origine japonaise également, surtout autour de São Paulo et cela depuis plus de 100 ans. Le Brésil est le pays où il y a le plus de japonais (hormis le Japon). Normalement les jeunes brésiliens d'origine japonaise partaient travailler quelques années au Japon pour revenir les poches pleines cela avant la crise de 2008), mais il paraît qu'au Japon il ne sont pas traités comme de vrai "japonais"...

Ensuite d'autres nationalités sont venues, fuyant les guerres, c'est le cas des polonais, entre autres.
Nous avons des juifs et je n'ai jamais remarqué de préjugés à leur égard, même si le Brésil reste un pays très catholique.
Il y a eu aussi des migrants d'origine syro-libanaise, mais très peu de musulmans parmi eux (plutôt des minorités religieuses dans leur territoire). Actuellement il y a une grande communauté musulmane plus récente à Foz do Iguaçu (ville où l'on peut visiter les merveilleuses chutes d'eau, les plus grandes au monde en volume d'eau). C'est là-bas que j'ai vu des musulmans pour la première fois. Il paraît qu'il y a beaucoup de nouvelles mosquées au Brésil, mais elles ne sont pas très "visibles" et il est rare de voir des femmes voilées dans la rue (exception pour Foz du Iguaçu).

Par conséquent, nous pouvons trouver des brésiliens avec la peau très foncée, énormément de métisses à la peau mate, mais également des blonds aux yeux bleues, des roux, et certains avec les yeux bridés du type asiatique ! Ne vous étonnez pas !

Le Brésil, pays riche et pauvre
Oui, il y a énormément d'inégalités au Brésil. Si lla pauvreté et les favelas existent bel et bien, il y a également de riches à profusion, et chaque fois plus. 
Avec le Smic brésilien c'est très dur de vivre, c'est vrai. Mais très vite, dès qu'on fait un peu d'études, on monte dans la hiérarchie ou on s'en sort biens dans les affaires, on peut facilement obtenir un salaire de 10 fois le Smic et cela ne veut pas dire qu'on est riche! C'est juste assez pour vivre confortablement, habiter dans un beau quartier, acheter des vêtements de marque et voyager, car tout cela coûte très cher au Brésil. 
Les gens qui n'ont pas fait beaucoup d'études (il y a encore de l’analphabétisme) doivent se contenter du Smic... sauf s'ils se débrouillent bien comme entrepreneur, s'ils deviennent footballeur ou "travaillent" pour le trafic de drogues. 
Jeune étudiante universitaire, j'arrivais en bus dans les quartiers sensibles de Porto Alegre (pour mes stages) et les enfants et adolescents me disaient qu'ils voulaient être trafiquants de drogue, car les étudiants arrivaient en bus, habillés modestement, ils n'avaient ni enfants ni femme alors que les jeunes filtrants avaient de belles voitures, des vêtements de marque, trois copines enceintes autour de la voiture... Bon, je ne pense pas que cette façon de penser soit très différente de ce que je vois dans certains quartiers sensibles en France ! J'aimerais bien savoir comment changer cette mentalité, mais je pense qu'il n'y a pas de solutions magique.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Para quem vem morar na França (ou já veio e ainda tem muita coisa para descobrir)

Todos os dias me deparo com questões, dúvidas e debates sobre a França da parte de brasileiros que pretendem morar aqui ou que aqui estão e continuam tendo dúvidas. Hoje vou tentar discorrer sobre os últimos assuntos levantados e que sempre voltam!

- Recentemente algumas meninas comentaram que eram enganadas nos comércios. Se do meu ponto de vista é raro, temos que tomar alguns cuidados quando não conhecemos as práticas ou não dominamos a língua:

1. Na hora de contratar um frete para um produto comprado (móvel, eletrodoméstico), se morar em apartamento é necessário informar o andar e se tem elevador. O preço é calculado em cima disso e se as informações dadas forem incorretas ou incompletas, você corre o risco dos entregadores deixarem sua geladeira no hall do prédio, pois não estava previsto subir até o 2º andar!

2. Na hora de fazer uma compra, fique atento ao seguro ou garantia estendida que é sempre uma OPCÃO, mas que muitas vezes podem ser vendidas como se tudo fosse um "pacote" e o cliente acaba achando que é obrigatório. Vale lembrar que alguns seguros são importantes (viagem, etc.), mas é bom ler atentivamente as cláusulas para não comprar algo inútil! Uma amiga me disse que acabou comprando sem perceber o seguro para os óculos de grau, o que não seria necessário no seu caso pois seu plano de saúde pagaria um novo em caso de problemas. E a minha sogra fez 2 seguros para pagar o enterro, nos dois bancos onde ela tem conta, sem se dar conta que ela só vai morrer uma vez e o segundo seguro é inútil. Comprei uma viagem e recusei de todas as formas o seguro (pois já tenho um), e quando ligaram para confirmar, a menina ainda insistiu com o meu marido que eu tinha recusado o seguro sem dúvida por não ter me dado conta da importância, querendo ainda convencê-lo!
se comprar o seguro, leia bem as cláusulas!

3. No momento não me ocorrem outros "abusos". Fora isso, o que gosto aqui é que a gente paga o preço que está afichado e nada a mais!!! Pode ser o de um jantar ou uma passagem/viagem, as tais taxas (de garçon, couvert, de aeroporto) já estão inclusas, não tem surpresas na hora de pagar a conta.

- Segurança: mesmo se os problemas relacionados à (falta de) segurança têm aumentado nos últimos anos, ainda está longe dos dados alarmantes do Brasil, e isso mesmo levando-se em conta que o Brasil é muito maior em extensão e em número de habitantes. Existem aqui roubos de casas e de veículos, e se deixar alguma coisa de valor "dando sopa" visívelmente em um carro estacionado, o risco de quebrarem o vidro para roubar  é altíssimo. A diferença é que aqui os roubos são ainda (normalmente) sem violência à pessoa, e os seguros pagam os danos materiais. Por exemplo, em uma das minhas viagens, um casal de franceses recebeu a informação de que a casa tinha sido arrombada. O seguro pagou a passagem de volta, eles tiveram a viagem reembolsada e os artigos roubados. Não ficaram desesperados nem traumatizados, para eles não foi o fim do mundo.
No dia a dia, meu marido sempre me fez seguir estritamente algumas regras: optar pelos vagões de metrô e trem com outros passageiros, nunca vazio ou com pessoas duvidosas (já houve casos de agressão, mesmo se é raro), esperar os trens longe dos trilhos (já houve casos de empurrões). Evitar de mostrar objetos de valor ou telefones de valor em locais públicos. Infelizmente mulheres são as vítimas ideais.
Não me considero uma pessoa inconsequente, até sou meio paranóica segundo alguns, mas aqui saio a qualquer hora do dia ou da noite em transportes públicos e não tenho medo algum. Temos que parar de confundir probreza e diferença com violência. Não é porque o metrô ou bairro está cheio de estrangeiros originários de países pobres que são bandidos.
Tenho visto também que brasileiros têm uma imagem bem negativa dos chineses. Aqui na França turista chinês é rei (estão em grande quantidade e gastam bastante), junto com os russos. O reinado dos japoneses acabou e quem sabe a dos brasileiros vai chegar em breve. E quanto aos imigrantes chineses, estão entre os mais "adaptados", não causam problemas, não fazem "barulho", trabalham, as crianças trabalham bem na escola. Uma crítica a eles é que não se misturam muito com outros grupos étnicos, se casam entre eles, só dão empregos para chineses (são bem empreendedores). Fala-se de uma máfia chinesa, como uma tal pirâmide de "ajuda mútua", auxiliando financeiramente para abrir um negócio, o que faz que eles não passem por financiamentos bancários, e por isso os chineses estariam comprando tudo e invadindo tudo!

Não é fácil morar fora, e algumas pessoas realmente não conseguem se adaptar, sofrem muito não apenas com a ausência da família, mas também com com os hábitos e costumes e se sentem mesmo infelizes. Participo de grupos de brasileiros na França e tenho a impressão que sou uma das únicas felizes aqui com a vida que eu levo, mesmo se como tudo na vida existem altos e baixos. Mas faz parte da natureza humana nunca estar satisfeito do que se tem, e vivendo aqui a gente acha que a grama é mais verde no Brasil, e vivendo lá a gente vê que o pensamento é inverso, com tantos brasileiros reclamando de tudo e de todos (falta de segurança, transporte, saúde e educação precárias, corrupção, e tudo isso pagando impostos altíssimos).

Eu fiz a escolha de ser feliz AQUI e AGORA com o que tenho pois para mim o único tempo que conta é o presente. Não adianta passar todo o momento presente chorando o passado que não existe mais ou sonhando com o futuro (curtir a aposentadoria no Brasil) que ainda está longe, desperdiçando anos preciosos da vida.

E não pensem que é uma escolha fácil a de ser feliz onde muitos não conseguem e essa marca de ser aquele "do contra", o "traidor" que faz e vê tudo diferente dos outros vai sempre nos distinguir perante os outros compatriotas.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

A água na França

Um assunto que dá muito pano para manga é sobre a água daqui. Espero que esse texto possa esclarecer a quem mora aqui e está passando por um desses problemas ou pretender vir e já ouviu coisas bem cabeludas:


- Agua calcária: a água na França é bem calcária (mais OU menos dependendo da região) o que incomoda muito uma boa parte das brasileiras que vêem uma grande modificação na pele e principalmente nos cabelos. Isso significa que ela é rica em cálcio e magnésio. No início também sofri muito com isso, minha pele ressecou muito e meus cabelos ficaram horríveis, extremamente secos nas pontas e oleosos (com caspa) no couro cabeludo. Fui testando novos produtos até que consegui encontrar meu equilíbrio e hoje prefiro meus cabelos e pele na França!

Não vou dar dicas de "produtos", pois cada cabelo ou pele são diferentes, mas vale lembrar que a maioria de nós passamos de um clima quente e úmido para um outro frio e seco, o que faz toda a diferença e provavelmente o mesmo produto que você usava no Brasil não vai servir aqui, pois suas necessidades, hábitos e problemas mudaram. Para a pele é importante se lavar com produtos que não sejam tão "decapantes" e hidratar bem, assim como beber muito líquido. 
A água muito calcária dificulta a ação de sabonetes e outros agentes limpantes, o que significa que temos que usar uma maior quantidade, e lavar o cabelo 2 vezes (geralmente a primeira vez quase nem vai fazer espuma). 
Para os cabelos, algumas técnicas aprovadas (que não uso por falta de paciência): usar um copo de água mineral no último enxague, ou um copo de água normal com uma colher de vinagre (o de maçã é uma boa opção). O vinagre é um excelente anti-calcário e vai neutralizar a sua ação. Também é importante evitar a água muito quente para o banho, que é um costume de muitos brasileiros que chegam aqui.

Esse calcário se acumula na pia, torneiras e outros. Para limpar, o vinagre é excelente e não poluente. 
Eh bom usar água "desmineralizada" (vendida em supermercados) no ferro a passar roupa e usar produtos anti-calcário na máquina de lavar roupas, para evitar que estrague os aparelhos e as roupas (principalmente escuras) fiquem esbranquiçadas.

- Queda de cabelos: é muito comum as brasileiras notarem uma queda de cabelos importante. Para alguns isso se deve à água calcária, mas os especialistas dizem que outros fatores são mais importantes do que a água: mudança de hábitos alimentares, hormônios, falta de luminosidade, estresse e mesmo depressão

 O que acontece é que muitas brasileiras chegam aqui, sofrem com o clima, mudam completamente seus hábitos alimentares, as mudanças podem causar estresse ou mesmo sintomas de depressão, então realmente o calcário na água é o menor dos problemas. Eh bom consultar um médico se o problema persistir, e é muito comum aqui tomar complementos alimentares como tratamento em algumas mudanças de estações mais sensíveis.

- Agua mineral/da torneira: muitos brasileiros não costumam beber água da torneira, mas aqui na França ela é potável e de boa qualidade. Sua concentração em cálcio e magnésio ajuda a evitar a osteoporose e outras doenças.
Não é recomendada a utilização de filtros anti-calcário que retém outros minerais que são fundamentais para o bom funcionamento do corpo, além desses filtros serem verdadeiros ninhos à bactérias.
Porém existe uma enorme escolha de água mineral para quem não se adapta ao gosto da água da torneira ou não quer beber por princípio/dúvidas (quanto ao estado das canalizações, por exemplo).
A água da torneira também é muito melhor do ponto de vista ecológico, pois não exige embalagem e não é transportada. Eh a opção número um de quem é sensível ao meio ambiente.

Cada água mineral, com concentração diferente em minerais, terá gosto diferente. Vi uma reportagem que dizia que vamos apreciar um tipo de água de acordo com o solo do local onde crescemos: se for um solo calcário, água do tipo da Evian (uma das mais populares aqui na França); se for em um solo com pouca concentração de calcário, uma água "das montanhas", como a Volvic (minha preferida). Então, antes de dizer que a água (mineral) na França tem gosto ruim, sempre recomendo provar diversas marcas, já que não dá para generalizar tendo provado tão pouco.

E vamos todos beber água!

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Dunas Merzouga: o Sahara marroquino

Nesta viagem ao Marrocos, além de visitar cidades incríveis, o que mais eu queria era me aproximar do deserto. Não sei vocês, mas eu sempre sonhei com o Deserto do Sahara e um dia ainda queria colocar meus pés lá!!!

Quem vai para o Marrocos e sonha com esse tipo de paisagem precisa se aproximar da fronteira com a Argélia. Um dos locais mais bonitos (e mais turísticos, mesmo se nos deparamos apenas com uns 20 turistas) é com certeza as Dunas de Merzouga, a cerca de 40km de Erfoud (no Marrocos) e 50km da Argélia. Para chegar até lá é necessário um veículo adaptado, somente os 4X4 enfrentam essas estradas, e como não existe sinalização, é melhor ir com um "profissional":


Temos que contar com a forcinha da natureza, pois no dia anterior todos os acessos estavam interrompidos devido a uma intensa tempestade de areia. Os melhores momentos são ao pôr do sol ou ao amanhecer do dia. Eu queria muito passar a noite no deserto, mas as noites do final de fevereiro desse ano foram muito frias e nos desaconselharam fortemente, além dos riscos de tempestade.


As Gigantescas Dunas de Merzouga estão às portas do deserto de areia do Sahara. Nunca imaginei que a areia ali fosse tão vermelha, tão diferente de tudo que eu tinha visto até então (mesmo no Egito).

Ao contrário do que muita gente pensa, somente 20% do Sahara é composto de areia (dunas), os outros 80% são de paisagens áridas, mas não de dunas.

Você pode subir nas dunas à pé, ou tentar o dromedário. Devidamente preparada para o deserto, qual das opções você acha que escolhi?


Eu e um desconhecido
 Meu amigo dromedário
Os "guias" são descendentes dos touaregs, esse povo que vive no deserto e que fala a língua berbere. Segundo o meu guia, já não existem mais "nômades", devido ao fechamentos das fronteiras pelos países da região. O que ainda encontramos são semi-nômades, que vão aos poucos se sedentarizando e aprendendo a viver do turismo.





Um dos momentos mais fantásticos foi observar o pôr do sol em Merzouga e ver a transformação das cores.

Eu quis deixar minhas pegadas na areia, mesmo sabendo que elas são efêmeras... 
Como a vida e o instante presente.