sexta-feira, 27 de junho de 2014

Coisas do tempo (ou da falta dele)

Ando meio sumida, mas tudo vai bem, por assim dizer. Simplesmente um conjunto de circunstâncias que não estou conseguindo dar conta.
Recebi uma promoção no trabalho, estou trabalhando mais longe, mais horas (além de trocar meus horários). saio todos os dias chego de casa e volto tarde.
E para piorar, coincidiu com a Copa do Mundo...
Chego em casa e o maridão está colado na frente do computador assistindo aos jogos (não temos TV há anos) e aí não posso usar a internet pois acaba travando a conexão dele (que ódio!)
Antes eu trabalhava em horários meio estranhos, as vezes começava a trabalhar bem tarde (e terminava bem tarde) e aí podia escrever tranquilamente no blog. Ou então esperava que ele dormisse e ficava conectada até umas 2 horas da manhã. Agora já não posso mais fazer isso.
A verdade é que o meu tempo só rendia quando o marido não estava em casa, pois com ele ao meu lado, ele precisa falar o tempo todo, precisa de atenção o tempo todo!!!
Eu digo: 
- Me deixa tranquila por 40 minutos, vou fazer a minha prova online e tem tempo contado, não posso ser interrompida! 
Não dá nem 5 minutos e ele vem me con tar ou mostrar alguma coisa...

Ontem, apesar de ter tido uma jornada intensa, cheguei em casa tarde, preparei o jantar e depois queria fazer um dos mesu cursos pela internet. Vou para o quarto para ficar tranquila, e 3 MINUTOS depois o marido já vem me atrapalhar!

Fiquei tão brava e depois disso pane de internet, não consegui continuar meu curso, nem escrever no blog, nada...
E para piorar a equipe da Argélia se classificou para as Oitavas de Final e foi a maior loucura aqui na minha rua, quem disse que dava para dormir?
Para continuar pisaram no meu pé, inutilizou o meu sapato (mais confortável) e machuquei o pé, uma fumante me queimou (sem querer) a mão com o cigarro, justamente na dobrinha e a mão está dolorida e não cicatriza.
Fiz uma vacina contra a febre amarela, não senti nada mas é meu marido quem está com todos os efeitos colaterais da vacina...

Resumo da história: pretendo voltar a escrever com mais frequencia, mas para isso preciso organizar melhor o meu tempo.
Ou então vou ter dar um jeito de ganhar na loteria (e parar de trabalhar) ou dispensar o marido.
Hoje andei me perguntando se casamento emburrece... Não sei como é possível conciliar marido com outros interesses. Se o meu já me toma tanto tempo que não consigo mais fazer nada, não quero nem pensar como seria com uma criança...

7 comentários:

Fernanda Cavalaro disse...

kkkkkkkkkkkkk... Espero que voce volte a postar logo.

Se sabe que aqui em casa, meu marido eh igualzinho?? Ele quer a atenção soh pra ele. Eu não sei o que vou fazer quando tivermos filhos...

Maíra Gonthier disse...

Courage! La vie est belle, bientôt plein des destinations et voyages pour tout oublier.

Ana . disse...

ah, os maridos..., sao piores que crianças rsrs Aqui no Canada os argelinos fizeram a festa, fecharam a rua e tudo mais, nunca vi ninguém tao empolgado por ter ido para as oitavas, pareciam até que tinham ganhado a copa rss. Boa sorte na correria. Abraço

Eliana disse...

Ah e quem não tem umas fases destas?!?! Que parece que tudo embola e a gente não consegue andar com nada! Espero que as coisas se acalmem por aí e este seu marido, hahaha ele deve ser engraçado. O meu é mais quieto...sou eu que tenho que cutucá-lo pra ver se ele ainda tá respirando hahahaha Boa semana!

Sandra disse...

Milena, espero que você consiga se ajeitar com os seus horários e se organizar para escrever no blog, que demanda tempo e disposição!
hahahah, meu marido também era um pouco assim, até que um dia eu falei sério com ele, rs... e ele passou a me dar mais tempo, hahaha, as vezes eles são piores que crianças! Boa sorte!

Andréa de Azevedo Freitas disse...

Então, Milena, foi justamente nesse tempo que a gente combinou um café em Paris e acabou não dando tempo, né?... Fica pra próxima viagem, de repente também ganho na loteria esportiva e viajo várias vezes por ano. Quanto a ter que dar atenção a seu esposo, fique tranquila, aqui em casa não há marido, mas há minha filha de 22 anos que estuda e faz estágio, e se comporta da mesma forma. Quando chega da rua quer toda a atenção do mundo e se não fico com os olhos grudados nela recebo um: "você não me ama mais!". Convivência em família não é fácil e a mulher é o centro de tudo. Benvinda ao clube!

naterradaluavirada disse...

Ahahahaha! É por essas e outras que eu nem penso em criança! ;)

Beijos,
Lidia.