sábado, 11 de julho de 2015

Ibiza para todas as idades

Quando perguntei ao marido o que ele achava de passarmos uns dias em Ibiza, ele me olhou de cara feia e disse que não tinhamos mais idade para isso. Vocês podem imaginar que fiquei indignada e isso só reforçou a minha vontade de ir.


Bom, essa é a imagem que temos de Ibiza, de festa, na corda bamba entre hedonisno e decadência, mas esquecemos que essa ilha do Mediterrâneo apresenta um real interesse histórico, já que muitos povos por ali passaram antes dos DJs, cada um deles deixando a sua marca, que atravessou os séculos.




Como o nosso tempo ali era curto, somente um final de semana esticado, resolvemos ficar na cidade mesmo, que em catalão se chama Eivissa.
O centro historico, ou Dalt Vila, é magnifico, são mais de 2600 anos de história, e por ali passaram Fenicios, Romanos, Arabes, Catalões, etc, sem contar que faz parte do Patrimônio Histórico Mundial (pela Unesco). 



Você sabia? Só fiquei sabendo quando comecei a pesquisar um pouco mais, antes não tinha a minima idéia.





E mais  recentemente, sua luminosidade e seu estilo de vida atrairam inumeros artistas da Europa.







Também é dali que saem a maiorias dos barcos para as outras ilhas. Ah, como não sonhar em fugir da agitação, e atravessar para a menos urbanizada, Formentera? O jeito é recorrer ao transporte maritimo.


Com suas lindas colinas arborizadas, suas flores de cores vibrantes, a Ilha continua sendo um pequeno paraiso natural, com praias lindissimas, independente do excesso de urbanização e do turismo. 



Vimos muitos jovens, sim, mas também muitas familias e mesmo pessoas idosas. 


E as festas nisso tudo? 

Sim, são muitas discotecas e nos hotéis são propostos os ingressos a um preço mais barato. São dezenas e dezenas de opções a cada noite. No dia em que eu estava, os ingressos para a festa com o David Guetta custava 50€ antecipados, e camarote VIP 450€ por pessoa...
Apesar disso, passeamos até tarde pelas ruas e não tinha nada de diferente de uma estação balnearea "normal". Comemos em restaurantes legais por preços corretos e não tivemos nenhum tipo de problema com excesso de barulho para dormir.


Informações práticas:
Fomos e voltamos de avião, em um vôo direto de Paris (Chaules de Gaulle), que dura menos de 2h. Do aeroporto, o ônibus 10 nos deixa na cidade de Ibiza (EIvissa) por 3,50€ o trajeto que dura uns 15-20 minutos. Ficamos ali mesmo, de frente para a Praia de Figueretes.
Muitos transportes na Ilha, mas para quem deseja mais liberdade para visitar outras praias, é possivel alugar facilmente um carro ou moto, por preços acessiveis (motos a partir de 28€ por dia, carro à partir de 45€). 
Entre eles, o povo fala o catalão, que é diferente do "espanhol", mas para quem fala português não chega a ser tão complicado. Porém, com os turistas eles falam espanhol, e se viram no inglês.

Ibiza meu amor, eu voltarei! Mesmo com 80 anos!

sábado, 4 de julho de 2015

Europa no verão ?

De uma forma geral, os brasileiros praticamente desertam a Europa nos meses frios do ano e optam pela primavera ou início do outono, sem esquecer do verão, é claro.

 Céu claro é o sonho de consumo de qualquer turista

Realmente o inverno limita algumas atividades e passeios, mas devido ao calorão que pode fazer aqui na Europa, com temperaturas beirando os 40 graus, gostaria de alertá-los que viajar no verão não é tão simples quanto parece.

Vamos tentar esclarecer melhor:

- "Estou acostumado com o calor no Brasil, então o verão é minha estação para visitar a Europa"

Você está realmente acostumado a passar calor? O que vejo é que muitos brasileiros dormem com ar-condicionado (pelo menos quem costuma viajar), vão de carro com ar-condicionado para o trabalho e no escritório o ar-condicionado é tão frio que têm que usar um casaco. Ou seja, você não passa muito calor no seu dia a dia.

Se você faz parte desse grupo, melhor pensar como seria passar o dia inteiro de um lado para outro visitando a cidade sob um céu escaldante, esperar nas filas dos monumentos, e por aí vai.

Aqui na França, pelo menos, o ar-condicionado está longe de ser um artigo de primeira necessidade, e mesmo quando ele está presente, nada a ver com as temperaturas baixas que vemos no Brasil.

- "Adoro dias longos"

Os dias longos fazem "render" a viagem, mas quando escurece mais de 21h30, não é tão simples descansar, alimentar-se e aproveitar da magia da noite!!!
Se você esperar escurecer para ir procurar um restaurante, vai perder os melhores endereços, pois normalmente uma cozinha correta não fica aberta até horários improváveis. Sobram os restaurantes turísticos. E aquele passeio noturno, para ver os monumentos iluminados?
 Paris? Sim!

- E mais:

Os locais saem de férias normalmente em entre julho e agosto, e nessa época as cidades se esvaziam de seus habitantes... mas ficam SUPERlotadas de turistas. 
Nesse caso quase impossível ter um contato com os locais, e há mais chance de sermos mal-atendidos/mal-servidos, pois os funcionários fixos saem de férias e são substituídos por contratos temporários que geralmente não se engajam, o trabalho é soh para juntar um dinheiro e pronto. Encontraremos mais facilmente atendentes mal-formados e mal-informados.

As grandes cidades ficam mais sujas e menos seguras: aumento de turistas X diminuição do efetivo, você já calculou o resultado?

Mas se você prefere viajar no verão europeu, ou simplesmente não teve muito escolha (sei bem o que é isso), é possível sim, não deixa de ter o seu charme, e é a estação escolhida pela maioria dos europeus. Aqui seguem algumas dicas para enfrentar os dias mais quentes:

- Leve sempre consigo uma garrafinha de agua e beba muito líquido;
- Alimente-se de forma leve, mas regularmente. Geralmente não temos fome com temperaturas elevadas, mas ainda assim devemos evitar de passar muitas horas sem alimentação;
- Invista em um spray de agua para utilizar no rosto, pescoço, nuca e onde mais julgar necessário. Refresca para valer!

- Use roupas leves e confortáveis, pense que os pés podem inchar (então escolha o calçado em função disso)
- Lembre-se do óculos de sol e um chapéu
- E use protetor solar.

O mais importante de tudo: independente da época escolhida para viajar, curta muito!!!

domingo, 21 de junho de 2015

O que comer na Tailândia?

Uma viagem para Tailândia representa uma explosão de sabores, uma viagem à parte para os apaixonados por gastrônomia, com a condição de ser aberto aos novos sabores e suportar um pouco pimenta e especiarias.

O que dá o sabor à comida tailandesa é em primeiro lugar os alimentos frescos, mas também os condimentos e ervas: coentro, curry, capim-limão, cebolinha, pimenta, gengibre. Pode parecer um pouco exótico (para não dizer estranho) para quem não está acostumado, mas aos poucos as papilas gustativas vão se acostumando a todos esses novos sabores e pedem cada vez mais!

Um dos pratos simples, bons e baratos é a famosa Pad Thai
Noodles de arroz acompanhadas de frutos do mar, carne ou vegetariana, com amendoim, castanha de caju, broto de soja, coentro, cebolinha, ovo... Essa foi a melhor, em Phuket.

Em Bangkok



A base da alimentação dos tailandeses é o arroz, tanto como prato principal quanto acompanhamento, e preparado de diversas formas diferentes: com peixe, camarão, siri, gado, porco, legumes, ovos, tudo o que você puder imaginar vai encontrar.

Eu sou bem curiosa e não tenho medo de comer em feiras (tudo depende, é claro), então a maioria das nossas refeições foram em feiras ou restaurantes simples. Eu provava de tudo, mas o Sylvain ficava nos "clássicos" e evitava tudo com legumes, o que já restringe bastante.

Como vocês podem ver, geralmente eles são bem generosos nos legumes

Camarões fritos
Todos os dias ele pedia frango com amendoim ou castanha de caju!
Segundo ele, esse de Khamphaeng Phet foi o melhor

Frutos do mar
Curry vermelho

Tem gente que pede "com pouca pimenta", mas na duvida peça sem. Porém não é possivel com todos os pratos: por exemplo, um curry vai ser sempre forte em pimenta...

Provei de tudo, curry vermelho, verde, amarelo, melhor ainda se fosse um molho com leite de coco... Um mais delicioso do que o outro!

Salada de papaya verde. Isso mesmo, a fruta é utilizada ainda verde (a mais clara na foto), bem crocante e com outros legumes como a cenoura, na receita original vai pimenta.

Como eu não conhecia o nome dos pratos nem sabia pronunciá-los, preferia escolher assim, mas não se enganem, esses verdinhos são bem apimentados!

Em Krabi

 Em Chiang Mai

O pepino serve para atenuar o "picante"
Se mordeu pimenta, não heside, coma o pepino!

Ou então, quando ninguém entendia uma das linguas nas quais me viro, o jeito era olhar os pratos dos outros e pedir a mesma coisa

Gostamos muito dos ambientes das feirinhas norturnas (como em Krabi) e na feira de domingo de Chiang Mai, lotada de gente, muito animada, mas ambiente bem familiar e inclusive os jardins dos templos abertos, onde podiamos utilizar as mesas e bancos instalados para a feira. Mas lembrem-se que os tailandeses costumam jantar cedo!





Frutas são encontradas em todos os cantos da Tailândia, desde as nossas amigas melancia, abacaxi, manga, já vendidas cortadinhas para o consumo rápido e fácil, até as mais diferentes.

Contudo quem gosta de doces, não é na Tailândia (nem na Asia em geral) que vai encontrar a felicidade... Porém a exceção é o delicioso "arroz doce com manga" (stick rice with mango). Humm, me deu água na boca só de lembrar e agora vou ter que correr atras de um restaurante que faça isso!

Também gostei muito de uma espécie de panqueca/crepe de banana, mas eu pedia sem leite condensado, pois eles tem mania de colocar leite condensado em tudo.

Durante a preparação
 Depois de pronto

Ah, sem esquecer as deliciosas bananas fritas ou cozidas de diversas formas!

Durante as 3 semanas não fiquei doente nenhuma vez, somente o Sylvain ficou enjoado em um passeio de barco, mas o mar estava bem agitado, então não foi devido à comida.

Algumas recomendações para os estômagos sensiveis que podem sofrer em viagens:

- só beba água mineral e verifique que a garrafa não foi aberta anteriormente;
- lembre-se que o gelo também é feito de água. Na duvida da procedência, prefira bebidas sem gelo;
- opte por legumes COZIDOS e evite tudo o que for cru se não tiver confiança no lugar. Isso porque os legumes podem ter sido lavados com uma agua duvidosa;
- como as frutas são consumidas cruas, prefira as frutas cuja casca não seja consumida, pela mesma razão acima;
- não queira sair provando tudo em poucos dias. Aprecie aos poucos, nada de sair misturando tudo;
- se não suportar temperos, peça sempre sem pimenta (no spicy). Os tailandeses que são acostumados com turistas vão entender.

E você, já teve a oportunidade de provar a verdadeira cozinha tailandesa? 
O que achou?
Quais desses pratos teria vontade de provar ou não comeria de jeito nenhum?
Participe!

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Como é morar no exterior?

Todos os dias recebo dezenas de mensagens de pessoas que dizem que não aguentam mais morar no Brasil e querem deixar o país.
No meu caso não foi assim. Nunca tive nada contra o Brasil e apesar de ter uma origem simples e ter estudado em escola publica, tinha sido aprovada em uma excelente universidade publica, esforcei-me bastante, fiz diversos estágios, me formei, consegui um emprego na área que eu buscava e ainda atendia paralelamente no meu consultorio. Conseguia economizar e viajava um pouco, e provavelmente se tivesse ficado no Brasil hoje eu teria uma carreira estabilizada, meu carro e teria financiado uma moradia (pois tinha o sonho de morar sozinha, contudo não queria pagar aluguel).

Porém o que aconteceu comigo foi uma insatisfação interior, eu era (e sou) uma eterna insatisfeita. Quando cheguei onde sempre quis estar, já não era mais isso que eu queria. Queria ver o mundo, fazer alguma coisa diferente. Freud já tinha me alertado.

Durante toda a minha adolescência sonhei com o Japão ou os EUA, mais tarde com a França e a Alemanha, e também sempre quis conhecer a China ou a Russia (não exatamente morar nesses lugares).

Era uma insatisfação comigo mesma e com a vida que eu levava, e um conjunto de circunstâncias me trouxeram à França. Poderia ter sido a Alemanha, a Inglaleterra ou a Itália, mas foi a França, não sei explicar direito, foi algo que aconteceu naturalmente e eu decidi agarrar essa oportunidade, "pagar para ver", voltar mais tarde. Era uma experiência que eu PRECISAVA viver. Desejo ou necessidade? Provavelmente os dois.

Algumas pessoas tiveram comentários maldosos do tipo "em dois anos vai voltar com o rabinho entre as pernas e dois filhos debaixo dos braços" (?!?). Justamente eu que saia de um relacionamento sério de 3 anos, então acho que eu não tinha lá essa fama de "avoada". Mas algumas pessoas falam e são maldosas mesmo, e pelo que tenho visto nesse mundo afora, infelizmente tenho a impressão que é no Brasil onde as pessoas mais cuidam da vida dos outros. 

Para mim foi tão natural chegar aqui na França, me virar no meu francês muito básico, aprender a cada dia palavras novas. Tive a sorte de conhecer um amigo, um companheiro que se tornou o meu marido e que me ajudou nessa adaptação. 

Eu sou o tipo de pessoa que prefere fazer as coisas sozinha e gosto de estar sozinha, então essa forma de "exilio" nunca me incomodou. Muitas pessoas não gostam da minha personalidade, por essa auto-suficiência. Vivo a minha vida de forma a tentar não depender dos outros e consequuentemente sou menos disponível aos outros. 

Quando cheguei aqui passava muito tempo nos transportes diariamente para ir à Universidade, eu sozinha com os meus livros, e os contatos multiplos (mas superficiais) que ali realizava era suficientes para mim. Passava boa parte do meu tempo livre passeando pela cidade, visitando museus ou olhando vitrines, atividades que nunca me importei de fazer sozinha. Gostava de ir ao supermercado e passava horas descobrindo os produtos que para mim eram novidade e gostava de observar o que as pessoas colocavam no carrinho (uma prática que sempre repito nas minhas viagens). Ia à piscina e gostava de ler nas bibliotecas de Paris, aprendi que não é o fim do mundo ir ao cinema desacompanhada ou sentar em um café, mas ainda não gosto de ir ao restaurante sozinha. 

Como em uma corrida, podemos estar rodeados de milhares de pessoas, mas estamos sozinhos, cada um diante de seus próprios limites. 
Vai depender de nós mesmos desistir ou avançar, de ninguém mais. 
E isso é genial.

Gosto de estar sozinha, gosto do silêncio. 
Ha muitos anos não preciso ligar a tv para sentir uma "presença".

Em outubro de 2009 começei a trabalhar na minha empresa atual, mas no inicio era apenas um emprego temporário, queria entrar na vida produtiva, ganhar um pouco de dinheiro, mas na época trabalhava menos, conciliando com os estudos. 
No trabalho não foi fácil no inicio, não fui muito bem aceita por algumas pessoas, mas hoje olho para trás e percebo que não era "preconceito", mas sim porque eu tinha uma forma diferente de trabalhar e de pensar que não combinava com a forma de trabalhar da empresa e da França em geral. Comecei a ter mais auto-confiança e fui observando os outros e aprendendo com alguns comportamentos que achava bons, e jogando fora outros que eram ruins, e aos poucos fui sendo não apenas aceita, mas apreciada e mesmo elogiada. Recebi diversas promoções e novas responsabilidades nos ultimos anos e fui ficando, pois mesmo se o que faço hoje não tem relação direta com a minha formação de Psicóloga, gosto do meu trabalho e sou feliz assim. 


Paralelamente, fui ficando na França pois o meu casamento está dando certo e aqui escolhemos para viver. Tenho 6-7 semanas de férias por ano, nas quais sempre viajamos e nas outras 45-46 semanas trabalho, curto a vida parisiense tão rica em atividades culturais, gastronomia e lazer e não tenho tempo de reclamar nem de sentir falta do Sol do Brasil nem do calor humano brasileiro, que sinceramente, nunca foi tão evidente para mim. 

Não vejo o Brasil tão ruim assim como alguns dizem, mas sempre repito que não me encaixo numa certa mentalidade brasileira para a qual tudo é feito para os ricos, que só os ricos são valorizados. Não quero viver em uma sociedade em que somente o médico, engenheiro e advogado sejam considerados pessoas de valor. Na qual para se ter um emprego "correto" é necessario ter doutorado. Em que as pessoas são julgadas pelo carro que têm ou o lugar onde passam as férias. 
Sim, como eu entendo que muitas pessoas não apreciem a minha personalidade!!!

Sinto falta da minha família, e muito,  de alguns amigos e alguns lugares, mas aprendi que no meu caso, saudade dói mas não mata. Não podemos evitar a dor, mas depende de cada um sofrer ou não.

Passei 28 an os da minha vida no Brasil. Não tenho a pretensão de ser vista como "uma francesa", inclusive o meu diferencial aqui é ter uma outra bagagem. E no meu dia a dia (que é bem carregado) de trabalho, obrigações e lazer nem dá tempo de sofrer preconceito.

Essa é a minha historia com a Europa, que esta dando certo há quase 7 anos. Não quer dizer que seja a melhor, nem tem nada de especial, mas é a minha. 
E nem digo que seja melhor viver na França. Eh o melhor para mim e por enquanto. 

Quem sabe o que é melhor para você é você mesmo, não é?

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Cadeados em Paris

Os tais "cadeados" do amor andam tomando conta não soh de Paris, mas de diversas outras cidades européias.

Essa semana foram retiradas 45 toneladas de cadeados foram retiradas da Pontes das Artes (Pont des Arts), em Paris.

Vocês têm idéia do que representa 45 toneladas de LIXO, somente em UMA ponte? Sem contar as milhares de chaves que são jogadas do rio Sena diariamente?




Fico realmente chocada que os turistas sigam repetindo essa ação sem se questionar. Não passa pela cabeça das pessoas que essa pratica é uma grande falta de respeito com o patrimônio historico, arquitetônico e com o meio ambiente dos outros?


Explicando melhor sobre os cadeados (tradução aproximativa): "O peso do seu amor pesa sobre o patrimônio e coloca em perigo os visitantes da capital. Paris retira os cadeados porque nossas pontes não resistirão ao seu amor. Desde 2008 vocês foram numerosos a trocar promessas de amor e colocar seus cadeados em uma ponte parisiense. Essa pratica degrada duravelmente o patrimônio e causa problemas de segurança."

Os painéis são em francês e inglês, mas acho que mesmo quem não lê nenhuma dessas linguas pode compreender.

Existem muitas outras formas de manifestar o amor. 
Viajar para Paris com o seu amor jah é uma delas, ninguém precisa de cadeado!

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