quarta-feira, 13 de julho de 2016

Comer bem na França

Que a França é o país da gastronomia todo mundo sabe, mas escolher um bom restaurante nem sempre é facil, com tantas opções! São 80 mil restaurantes dos quais 20 mil servem a cozinha dita francesa (os outros disponibilizam sobretudo uma cozinha internacional/ estrangeira).
Não é preciso ir nos restaurantes estrelados e caríssimos para comer bem, mas alguns cuidados são necessários para evitar decepções.

Listei alguns pontos a serem levados em conta.  Espero que possa ajudar:

- Escolha do restaurante: 
Pode parecer óbvio, mas o melhor é fugir dos eixos muito turísticos. Um restaurante em plena Champs Elysées? De frente para a Notre Dame? Mesmo que esteja lotado de turistas, raramente é uma boa opção. Você vai provavelmente pagar caro por uma refeição medíocre e com fortes chances de um serviço ruim, pois a equipe está acostumada a atender uma clientela de passagem, que não vai voltar, então eles não fazem nenhum esforço para agradar e fidelizar o cliente.
A melhor opção é se afastar um pouquinho, uma ruazinha calma, mais escondida. Prefira os restaurantes que não estejam vazios (vazio uma sexta ou sábado à noite = mau sinal) e de preferência com clientes franceses no meio! Claro que sempre haverão turistas, ainda mais se for em Paris, então não espere encontrar aquele restaurante onde "nenhum" turista vai.

Outro indício são os horários de abertura: os "bons restaurantes" abrem para o serviço do almoço (por exemplo entre 12h-14h) e jantar (19h-22h). Dificilmente se encontra um bom restaurante que sirva às 16 ou 23h. Perto dos lugares turisticos existem muitos, que se intitulam "non-stop" (que servem à qualquer momento), que pode ser uma mão na roda para o turista que geralmente sente fome fora dos horários habituais... mas mais uma vez não será a verdadeira gastronomia francesa que é servida por ali...

- Suspeite de um Cardápio muito extenso:
Muitos clientes se enganam optando por um restaurante com cardápio enorme, pois assim acham que cada um encontra um prato que convém. Porém é justamente o que se deve evitar! 
Um restaurante de qualidade não consegue cozinhar todos aqueles pratos na hora e com produtos frescos! O risco é que a matéria prima ou mesmo o resultado final sejam pratos congelados... Se é para comer congelado ou pratos feitos, sai mais em conta comprar em supermercados como Monoprix e esquentar no microondas...

- Rapidez do serviço: mais uma vez podemos esperar que os pratos sejam servidos rapidamente, como sinal de eficiência, o que não é nada de bom agouro!!! Não tem como preparar um bom prato "na hora" e servir em 5 minutos, a não ser que ele seja requentado no microondas...

- Sempre o mesmo cardápio, independente das estações do ano, indica mais uma vez o uso de produtos congelados... Morangos em dezembro? Saint-Jacques em julho? Aspargos em novembro? Indica que ingredientes frescos passam longe desse restaurante!

- Sempre os mesmos peixes: salmão, dourada, cabillaud, sempre em pedaços e nunca um peixe inteiro... Hum, mau sinal!

- Apresentação "muito" perfeita.
Batatas fritas retinhas, todas do mesmo calibre? Legumes cortados à perfeição? Sobremesas sem nenhum defeitinho? Hmmm, perfeição dificilmente rima com feito à mão...

- Desconfie de preços muito baratos para produtos nobres. Lagosta à 18€? Fois Gras, trufas ou outros produtos considerados de primeira qualidade em um menu baratinho? Não dá para fazer milagres, os cálculos não fecham!

Enfim, uma boa opção é o dito "prato do dia" (plat du jour). Há fortes chances de que os ingredientes sejam fresquinhos e preparados no dia.

Dicas do que comer? Veja esse post mais antigo.
Bon appétit!






terça-feira, 14 de junho de 2016

Uma nova aventura em vista!

Fiquei pensando milhões de vezes se falaria aqui no blog, ou de que forma contaria a novidade. 
Estou grávida. Pronto, falei, para que enrolar ainda mais para contar?

















Primeiro pensei esperar os 3 meses para anunciar (o que se costuma fazer aqui na França), mas foi sempre acontecendo alguma coisa e eu achava que nunca era o momento.

A minha gravidez causou muita surpresa ao meu redor, tanto da família, dos amigos quanto dos colegas de trabalho.
Muitos vieram me dizer: "mas eu achei que voces não quisessem ter filhos!"

Bom, não é questão de me justificar, mas acho bom colocar os "pontos nos is":

Eu nunca gostei dessa pressão para engravidar assim que a gente se casa ou atinge uma certa idade, e foi sinceramente o que senti desde o casamento. Se antes eu nunca tinha pensado muito no assunto "ter filhos ou não tê-los", quando me casei, no início o mais importante era curtir o marido, a casa, nossa vida à dois, e ao mesmo tempo desenvolver a minha carreira aqui na Franca.

E a gente estava tão bem na nossa vida que o assunto filhos nunca foi tema de debate no nosso casal. Muito rápido as pessoas vinham nos perguntar e a gente respondia que ainda não era hora, e aos poucos acho até que comecei a ser totalmente meio grossa, pois sinceramente para mim essa é uma decisão do casal. Para a maioria da população é tão "natural" ter filhos, como se fosse impossível para um casal imaginar a vida sem, como se não tivessem muitas vezes nenhum outro interesse em comum.

Sem contar que se a gente não tem filhos, somos logos rotulados de "egoístas", e para mim egoístas eram mais as pessoas que diziam "com filhos nunca mais vou me sentir sozinha; deixarei algo para a posteridade", e por aí vai. Eu sempre gostei de estar sozinha e a vida de casal nem sempre foi fácil para mim por causa disso. Então, nenhum medo de ficar sozinha. Meu marido é bem "grude", muito conversador, não me deixa tranquila nem um minuto, toda hora precisa me contar alguma coisa, colocar uma música, me mostrar algo. Imagina uma criança full time?

Talvez também por ter começado a aproveitar a vida relativamente tarde e ter me tornado "independente" mais tarde, eu ainda queria viver muitas coisas, e uma delas era viajar.
Sei que muita gente viaja com crianças ou mesmo com bebês, mas tanto meu marido quanto eu achamos que algumas viagens a gente evitaria fazer com crianças (no inicio), tanto pelo ritmo cansativo quanto pelas dificuldades locais. Se quando você está na sua casa não vai a um aniversário porque o filho amanheceu com febre, diarréia ou vômitos, imagina estar com um vôo programado ou já estar do outro lado do mundo sem conhecer nenhum médico ou hospital de confiança, e as vezes sem falar a língua? E assim a cada vez a gente tinha um projeto e adiava a decisão.

Alguns ainda me diziam: um dia vai cair a ficha, vai bater "aquela vontade". Esperei até os 35 anos e não caiu a ficha. Na minha cabeça me sentia superjovem e poderia esperar ainda uns 5 anos, mas como mulher, a gente vai lendo e vê que não temos "todo o tempo do mundo". Sim, algumas mulheres têm o primeiro filho aos 42 anos, mas isso é muito mais a exceção que confirma a regra, e não é sem riscos. Foi então que começamos a pensar seriamente e dia 1o. de janeiro tomamos a nossa decisão: vamos começar a tentar, se der certo é porque era para a ser, se não der certo não seremos infelizes sem filhos.

15 dias depois a menstruação não veio. 
Depois vieram todas as confirmações: teste de farmácia, de laboratorio, ecografia... E a ficha ainda não caia que eu estava "supergrávida". 
Hoje já se passaram alguns meses, estou com 25 semanas e posso dizer que estou vivendo uma gravidez muito tranquila, estou muito de bem com a vida e comigo mesma, não tive náuseas, enjôos, a tal ponto que a minha vida segue praticamente tão normal que não fosse a barriga (e seios) que não entram mais nas minhas roupas, os movimentos, um pouco mais de cansaço e vontade de comer algumas coisas outras não, tudo pareceria igual.

Tenho me sentido tão "zen", antes coisas que me preocupavam sobre a gravidez ou ter filhos agora nem me passam pela cabeça ou então eu penso "isso não é tão importante". Tenho a impressão que estou vivendo o momento presente, não consigo ainda me projetar para o futuro e nem quero que as pessoas me apressem.

Tudo no seu tempo.
Parece que de novo tenho todo o tempo do mundo...

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Inundação em Paris

Na semana passada choveu muito em Paris, eu particularmente nunca tinha visto tanta agua cair do céu... Normalmente sempre digo que aqui chove e para, dificilmente chove o dia inteiro, mas acredito que por 3 dias seguidos praticamente não parou de chover nenhum minuto.

Segundo especialistas, em três dias choveu o equivalente a 3 meses e esse tipo de fenômeno ocorre a cada 100 anos!

Como consequencia principal, o nivel do Rio Sena atingiu seu pico na noite de sexta para sabado, chegando a 6,10m acima do seu nivel normal. 

Eh verdade que a navegação no rio foi suspendida e museus como o Louvre e Orsay fecharam suas portas como medida de precaução para proteger as obras que estavam em zonas mais baixas que poderiam vir a alagar. Algumas linhas de transportes que circulam por ali também foram suspensas, mas de uma forma geral a vida seguiu o seu ritmo por aqui. Não houve "inundação de Paris" como algumas midias quiseram mostrar, moradias não foram alagadas e nem houveram "desabrigados" na capital (em algumas cidades menores e mais longe sim). 

Em Paris a agua não chegou a atingir o nivel das pontes, e as moradias ficam mais acima. 

 Imagens de junho/2016

Outra imprecisão que andei lendo foi que "moradores de rua que dormem em barcos" foram evacuados. Sim, as pessoas que moram nesses barcos foram evacuadas... mas não se trata de moradores de rua! Eles possuem um barco que custa centenas de milhares de euros, com mais de 100 metros quadrados, geralmente, cozinha equipada, quartos, salas, etc, tudo o que tem uma moradia "normal", então acho que estão longe de serem moradores de rua.

O mais importante é que o susto passou, agora é esperar que não aconteça antes dos proximos 100 anos! Vale lembrar que uma das inundações mais importantes da historia de Paris aconteceu em 1910, quando o nivel do Sena atingiu 8,62m.

Imagem de 1910.

domingo, 15 de maio de 2016

Fundação Louis Vuitton em Paris

Inaugurada em 2014, na Fundação Louis Vuitton não se vai para ver uma retrospectiva da famosa marca de luxo nem alguma exposição de moda.

Na verdade se trata de um novo local de descoberta da criação artística contemporânea, onde diversas experiências culturais como exposições temporárias e eventos multidisciplinares acontecem ao longo do ano.

O tempo ia passando e ainda não tínhamos tido a ocasião de ir verificar com nossos próprios olhos, mesmo se fica a poucas estações de metrô da avenida des Champs Elysées, ou seja, de fácil acesso para qualquer turista, ainda mais para moradores. 

Aproveitamos o calor e sol escaldante que fez aqui em Paris na semana passada (o que não acontece sempre) para ir conhecer. Mas por que escolher um dia de sol para visitar um museu, tudo o contrário do que sempre disse aqui?


Simplesmente porque a Fundação fica em pleno Bois de Bologne (um grande bosque à esquerda de Paris), dentro do Jardim d'Acclimatation e apresenta uma arquitetura incrível!!!
Ou seja, tudo ainda mais impressionante em um dia lindo!

 De um lado vemos o bairro ultra-moderno de La Défense, e de outro a Torre Eiffeil.

Quem está por trás dessa verdadeira obra arquitetural é Frank Gehry, um dos mais importantes arquitetos vivos no mundo, se não o mais importante da nossa época. Porém, normalmente, os 3600 vidros do prédio, em formato de 12 velas, são incolores e transparentes, mas qual não foi a nossa surpresa ao encontrar todas essas cores!!!

Trata-se se uma obra temporária do artista Daniel Buren, que propõe um novo olhar sobre o edifício, em um jogo de cores, transparências e contrastes. Ele trabalha sobre o espaço e seu contexto. 

Não preciso nem dizer que adorei!!!
Atualmente a exposição temporária nos espaços da Fundação é sobre artistas contemporâneos chineses que particularmente eu não conhecia, mas que gostei de conhecer um pouquinho. 

O preço da entrada custa 14€, o que considero não muito barato, mas vale a pena principalmente para apreciar a arquitetura única do prédio projetado por Frank Gehry e interagir com ela. Além disso, a entrada também inclui o Jardim d'Aclimattation (que já custa 3€). 

A visita foi bem completa mas vou ter que voltar para ver o prédio em suas cores "normais", que sacrifício!!! :D

Informações práticas:
Fechado às terças;
Abre à partir do meio dia e fecha entre 19h et 20h, dependendo da estação do ano e dos dias da semana. Noturna às sextas (fecha às 23h de maio à agosto);
Acesso pelo metrô linha 1, estação "Les Sablons". Ao sair do metrô, basta seguir as indicações e caminhar cerca de 15 minuto entre bairro nobre e natureza.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Vale a pena viajar de low cost pela Europa?

A resposta é que pode ser muito avantajoso em termos financeiros ou não, tudo depende!!! Mas não se desespere se a resposta é ambivalente, aqui seguem alguns pontos a avaliar na hora de fazer a sua escolha:

- Preço:
Pesquise no sites das empresas low cost fazendo a simulação das datas para ver se o preço inicial vale a pena. Se você comprar com antecedência e datas fora de período de "rush" (feriados europeus, finais de semana, etc), provavelmente encontrará preços desafiando toda a concorrência.
Pesquise ao mesmo tempo os valores para as mesmas datas com as companhias aéreas covencionais, você pode ter boas surpresas e encontrar uma opção ainda melhor!

- Bagagem:
Vale lembrar que a tarifa básica de uma passagem low cost não inclui bagagem despachada, SOMENTE a bagagem de cabine.
A bagagem de cabine já é bem grandinha e é o suficiente para as viagens de 4/5 dias ou mesmo mais para os mais inventivos!
Geralmete elas não citam "QUILOS", mas um tamanho específico que não pode ser ultrapassado de jeito nenhum, não tem jeitinho brasileiro. Bagagens maiores do que as estipuladas devem ser pagas, o que pode aumentar consideravelmente o preço da passagem. na maioria dos casos vale mais a pena incluir a bagagem no momento da compra ou do check in pela internet, se deixar para comprar na hora, no guichê da companhia, é mais caro.
Cabe então ao passageiro, na simulação, calcular se o preço "avantajoso" compensa ter que pagar a bagagem despachada.

- Aéroportos:
Muitas vezes as companhias low cost operam em aeroportos secundários, mais afastados e cujo tempo de trajeto é mais longo e o preço do deslocamento MAIS CARO.
Eu por exemplo evito viajar pela Ryanair, pois em Paris os vôos saem (e chegam) de Beauvais, que fica longe de Paris, o trajeto dura cerca de 1h15 de ônibus direto e custa 15,90€ (comprando com antecedência pela internet). Ou seja, eu adiciono 15,90€ em cada trecho nas minhas contas para ver se ainda assim o preço continua interessante.
Ontem mesmo voltei da Lituânia pela Ryanair, paguei 75€ ida e volta (com o trajeto em ônibus o total ficou em 107€), o que achei muito avantajoso, pois as outras companhias cobravam à partir de 250€ pelas mesmas datas e para horários menos bons.

- Horários:
Muitas vezes (mas nem sempre!) os horários dos vôos low cost são muito cedo ou muito tarde, o que "obriga" o viajante a gastar uma noite à mais de hotel. Verificar se ainda assim vale a pena!!!
Quando faço vôos curtos pela Europa, prefiro decolar de manhã (não muito cedo, para ter tempo de chegar no aeroporto com os transportes públicos e assim evitar o taxi, que "encarece" a fatura total). E, da mesma forma, prefiro voltar no final da tarde ou início da noite, evitando igualmente chegar muito tarde e precisar chamar um taxi.
Por exemplo, um vôo às 6h não é legal, você vai acordar à que horas e ainda ter que pegar um taxi? 
Mas se eu tenho a opção de um às 9h e outro ao meio dia, prefiro esse das 9h, pois assim chego mais cedo no destino. Nesse do meio dia, a manhã sera toda perdida, a não ser que o objetivo seja aproveitar de uma boa e longa noite de sono!

- Quais companhias escolher?
Quando se opta por uma low cost, opta-se por um preço ou outras vantagens (horários, etc), não especialmente pela empresa. Todas elas seguem normas de segurança européias e os acidentes são raros (assim como para as outras).
As companhias low cost com as quais mais viajo são a EasyJet e a Ryanair.
Existe também a Vueling (do grupo Iberia), Transavia et Hop! (do grupo Air France), Germainwings (da Lufthansa).

Algumas não são exatamente low cost, como a AirBerlin et Niki (adorei as duas, tinha lanche e/ou bebidas gratuitas e às vezes incluiu bagagem despachada pelo mesmo preço, à verificar), ou a SAS (dos países da escandinávia) e Aer Lingus (Irlandesa) que não são low cost para as longas distâncias, mas praticam as regras de bagagem e lanche nos vôos curtos. Também não tenho nada a reclamar de nenhuma delas.

Como eu disse mais acima, evito a Ryanair devido à localização do aeroporto, mas já usei 5 vezes e nunca tive problemas. Para quem não tem passaporte europeu, a Ryanair também exige a apresentação no guichê, mesmo que não tenha bagagem à despachar, para verificarem o passaporte e carimbarem o cartão de embarque. Acho um pouco chatinho, pois nos obriga fazer fila e chegar um pouco mais cedo
.
A minha preferida é sem dúvida a EasyJet. Saio de casa com o cartão de embarque impresso (que pode ser feito  gratuitamente 30 dias antes da viagem) e então chego direto no aeroporto sem muita antecedência, tempo suficiente para passar o contrôle e chegar na hora indicada na porta de embarque. Com ela devo ter viajado mais de 30 vezes, nunca tive atrasos significativos (20 minutos não cosidero um atraso considerável a assinalar) muito menos vôos cancelados.

Outros pontos a considerar:
Em uma tarifa básica low cost nenhum tipo de modificação é possível, ou se for, nada será oferecido gratuitamente. Um erro no sobrenome, data de nascimento, nacionalidade e número de documento pode ser fatal, ou seja, o embarque torna-se impossível. Cancelamentos ou mudanças de vôo também não são possíveis (somente um seguro pode resolver o problema).

Vocês podem se dizer que não sou muito exigente, por isso não tenho nada a reclamar. E é a pura verdade! Quando opto por um vôo econômico o importante é que a empresa honre a sua palavra de me levar do ponto A ao ponto B com segurança e pontualidade. Quanto aos comissários, eles sempre dizem "bom dia" e "obrigada, adeus". Eu sento no meu lugar e nunca espero nem peço nada extra à eles.
Quando compro a passagem, sei que ela não é modificável nem reembolsável e até a data presente nunca precisei entrar em contato com o Serviço Cliente por conta disso. Tenho consciência que no dia em que não puder viajar (problemas de saúde, atrasos ou outros de ordem pessoal), o problema "será meu" e terei que entrar em contato com o meu seguro para tentar obter alguma coisa.

E você, qual foi a sua experiência com as low cost?